Slide site cultural de Feijó

Neto Meireles - Formatação & Crimpagem - CONTATO - 99944-0301

CRIATIVA PUBLICIDADE

terça-feira, 23 de agosto de 2016

'Fiquei só com a roupa do corpo', diz homem que perdeu casa em incêndio

Caso ocorreu no município de Marechal Thaumaturgo, interior do Acre. 
'Um vizinho tentou apagar o fogo e não conseguiu, perdi tudo', diz Silva.

Adelcimar CarvalhoDo G1 AC

Após incêndio cada ficou completamente destruída (Foto: Paulo da Silva/Arquivo Pessoal)Após incêndio, casa ficou completamente destruída (Foto: Paulo da Silva/Arquivo Pessoal)
Um incêndio, ainda sem possíveis causas, destruiu uma casa no município de Marechal Thaumaturgo, distante 559 quilômetros de Rio Branco. O incidente ocorreu na noite de segunda-feira (22) e, segundo o dono do imóvel, Elisandro Bezerra da Silva, de 38 anos, o local foi rapidamente consumido pelo fogo e ele perdeu tudo.
Silva disse que não estava no local na hora do fogo, mas que momentos antes um vizinho teria apagado um princípio de incêndio que começou embaixo da casa.   
“Eu tinha saído para ir deixar meu filho na casa da mãe dele. Meu vizinho contou que umas tábuas que estavam embaixo da casa pegaram fogo e ele foi ao local e apagou. Depois, ele [vizinho] contou que voltou para casa e viu as chamas altas e não conseguiu apagar de novo. Fiquei só com a roupa do corpo", conta.
Silva conta que se envolveu em uma briga e suspeita de uma pessoa. “Não quero julgar ninguém sem ter provas, mais tem um cara que ficou com raiva de mim porque em maio desde ano eu apartei uma briga dele. Não tenho nenhuma rixa com outra pessoa. Trabalho tomando conta de uma igreja e vivo em harmonia com todos os meus vizinhos”, afirma. 
O dono da casa registrou um boletim de ocorrência na delegacia da cidade informando sobre o ocorrido. O G1 entrou em contato com a delegacia para saber o andamento das investigações, mas até a publicação desta reportagem não obteve resposta.

Sebastião revela que cada preso no Acre custa R$ 1.790; Presidente do TJ/AC diz que “Judiciário solta por questões legais”

c842b3e4-ebc0-4a3e-8a26-dd0188d547f7
“A polícia prende, o Judiciário solta”. A frase que virou um jargão entre a sociedade e os operadores da Segurança Pública foi comentada na tarde desta segunda-feira, 22, pela presidente do Tribunal de Justiça do Acre, desembargadora Maria Cezarinete Angelim, durante uma reunião na Casa Rosada com a presença das principais autoridades do Estado. A reunião, comandada pelo governador do Acre, Sebastião Viana, serviu para dizer que os poderes estão juntos no combate ao crime.
Segundo Maria Cezarinete, “o Judiciário solta por questões legais. As prisões devem ser revestidas de legalidade. No momento que essa prisão não se revestir de legalidade o Judiciário solta. Temos mais recentemente a questão das audiências de custódia, que acho que são essas que são mais alvos de críticas. Nós o próprio Tribunal temos um caminho divergente em relação aos encaminhamentos dessas audiências. Nós entendemos que essas audiências não são pra soltar. Elas são pra averiguar  situações pontuais, mas não pra soltar. Então naturalmente que há uma ocorrência ou outra em relação a esses fatos, mas que já estão sendo objeto de discussão interna no Judiciário. A própria Câmara Criminal, recentemente o desembargador Samoel Evangelista deu uma declaração pública do posicionamento dele. Porque o Tribunal de Justiça é que mantém ou não as prisões”, completa.
A desembargadora também lamentou a superlotação no presídio estadual, lugar para onde “devem ser recolhidos apenas aqueles que necessariamente precisam estar ali”, diz.
“Nesse evento (operações policiais contra os atentados) por último agora, na primeira noite, nós tivemos 33 prisões.  Então nós tivemos que fazer um revezamento lá dentro. Porque sabemos também que o sistema prisional está sufocado. Devem ali ser recolhidos apenas aqueles que necessariamente precisam estar ali. Esse olhar hoje se revigora e adquire um posicionamento mais duro. Dizer a sociedade que essa questão de que a polícia prende e o Judiciário solta estão sendo vistas, estão sendo olhadas. E o Judiciário ele é fiscalizado por advogados, pelo Ministério Público, pela sociedade e cada vez mais essas situações elas tendem a se diluir.”

 “Cada pessoa dessa indo ao presídio ela custa mais R$ 1.790”, diz Sebastião

Para o governador Sebastião Viana a mudança deve ocorrer nas leis. “O Judiciário, quando é obrigado a seguir uma lei constitucional penal de 1944 ele não pode ser responsabilizado por alguma queixa sobre o caminho do preso. É um problema do Congresso Nacional Brasileiro, que tem que ajustar as leis, tem que atualizar”, afirma.
O governador admitiu a superlotação no presídio e afirmou que cada preso custa ao Estado R$ 1.790.
“Não há dúvida de que há uma sobrecarga do presídio, mas pra se ter uma idéia nós tivemos que prender no mês de julho, 350 pessoas. Cada pessoa dessa indo ao presídio ela custa mais R$ 1.790. A sobrecarga existe, ela não é das maiores do Brasil.”
Viana diz não entender porque o Acre não possui ainda um presídio federal. Ele também reclamou de dívidas financeiras da União com o Acre. São dívidas de R$ 27 milhões do fundo penitenciário nacional e outros R$ 14 milhões relacionados ao amparo do Estado aos haitianos.
“A União nós deve, porque 80% dos presos são do narcotráfico, e a responsabilidade dessa questão é constitucional da União. A União devia no mínimo ter presídio federal no Estado do Acre. A União nos deve ainda dos haitianos R$ 14 milhões, que o Estado teve que assumir por conta de problema humanitário, de imigração, e a União ficou de nos ressarcir na forma de liberar R$ 14 milhões para o presídio, foi autorizado e agora recentemente o Ministério da Justiça disse que vai deixar pra tratar esse assunto no ano que vem, do novo presídio que a gente pretende fazer pra atender isso.”
ac24horas

Médico tem CRM cassado no Acre por tentativa de estupro de menor


1382-3
O médico clinico-geral  Humberto Nilo de Araújo, 38 anos, foi punido com cassação do exercício profissional por várias atitudes antiéticas na profissão. A imposição da penalidade máxima foi publicada pelo Conselho Regional de Medicina (CRM/AC), na edição desta segunda-feira (22) do Diário Oficial do Estado.

A decisão foi do pleno do Tribunal Superior de Ética Médica do Conselho Federal de Medicina, onde diz que Nilo infringiu vários artigos do Código de Ética Médica.
Contra Nilo há acusação de atentado violento ao pudor contra uma menina de 15 anos durante procedimento médico realizado no Hospital Ary Rodrigues, em Senador Guiomard, 29 quilômetros de Rio Branco. O caso aconteceu em 2009. Na época, Nilo chegou a ser preso em flagrante pela Polícia Civil.
A menor havia procurado a unidade hospitalar com dores abdominais e a família suspeitava de inflamação no apêndice. Ela passou alguns dias internada e durante esse tempo teria sido molestada pelo médico. Segundo a versão da família, a menor foi internada em um local de portas fechadas ao invés de enfermaria e o médico teria ainda a convidado para sair e pedido o número do celular da vítima. Ela teria ainda passado por procedimentos ginecológicos sem a presença de algum outro profissional ou alguém responsável.
Antes de ser preso em flagrante, o acusado já estava sendo investigado na Delegacia Especializada de Proteção à Mulher (Deam), por estupro, crime ocorrido em janeiro de 2008, e por atentado violento ao pudor.
Em 2013, ele também foi preso por policiais militares, na cidade de Nossa Senhora do Livramento (47 km ao Sul de Cuiabá, no Mato Grosso), após polícia descobrir que ele estava com a prisão preventiva decretada pela Justiça do Acre, acusado de estupro.
Nilo também estava respondendo inquérito pelo mesmo crime na Bahia, onde também atuou, na cidade de Feira de Santana. A prisão do médico ocorreu após uma suspeita de que teria aliciado uma adolescente em Jangada. Ao procurá-lo, os PMs descobriram que ele  estava em Livramento e, na checagem, descobriram que já estava sendo procurado pela Justiça.
ac24horas

Posto de combustível é condenado por venda de gasolina adulterada

A empresa Posto Real II foi condenada ao pagamento de indenização no valor de R$ 13.037,94, cumulado com danos morais, no importe de R$ 3 mil, pela venda de gasolina adulterada, que causou pane em um automóvel. A decisão foi do juiz de Direito Guilherme Fraga, titular Juizado Especial Cível da Comarca de Tarauacá.
O motorista estava em deslocamento para Rio Branco, com o objetivo de realizar a primeira revisão de seu veículo na concessionária. Ela parou em um posto de Sena Madureira para abastecer o veículo. Após aproximadamente 100 metros, o carro perdeu força e desligou.
O motorista afirmou em juízo que o motivo da pane foi que o tanque de combustível possuía muita água, danificando quatro bicos injetores do veículo. Então, seu veículo só conseguiu chegar ao destino transportado em um guincho particular.
O dono do posto de combustível aceitou pagar o prejuízo ocasionado, mas após ter sido passado os valores das despesas com veículo, o empresário não ressarciu como prometeu. Situação adversa ao dos demais clientes que tiverem problemas naquele dia, mas tiveram prejuízos ressarcidos.
O motorista ressaltou que utilizava este veículo para entrega de mercadorias, e que em razão da demora no conserto foi obrigado a comprar uma motocicleta para entrega os produtos diante da ausência do carro.
A empresa demandada destacou também a qualidade do combustível no posto revendedor, afirma que o mesmo é constantemente fiscalizado por órgão competente, bem como pelo programa De Olho no Combustível. E, que o posto jamais foi autuado por irregularidade. Com esse argumento, requereu a total improcedência da ação, sustentando que a empresa ré não causou dano ao veículo do autor e por este motivo não cabe danos morais e materiais.
A prova colhida evidenciou que realmente o veículo do autor sofreu danos no motor em decorrência da existência de água nos reservatórios de combustível disponível no estabelecimento réu. Por fim, o Juízo condenou o requerido a indenização por danos morais em R$ 3 mil. Da decisão ainda cabe recurso.
ac24horas

Homem é assassinado com facada no pescoço no Calafate


Na noite desta desta segunda-feira (22) policiais militares do 4º batalhão registraram um homicídio na Rua Gilson Barros, no bairro Novo Calafate. A vítima, Renato Cesário da Silva, 28 anos, foi assassinado com uma facada no pescoço.
Segundo relato de familiares, a vítima saiu de casa na companhia de um amigo e poucos minutos depois, a família foi informada, que Renato havia sido assassinado a 200 metros de sua residência. Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a comparecer, mas só puderam atestar o óbito.
O local ficou isolado pela polícia até a chegada dos peritos e em seguida a equipe saiu em busca do suspeito. Até a publicação desta matéria, ninguém havia sido preso.
O caso foi registrado na Delegacia de Flagrantes (DEFLA) e deverá ser investigado pela Delegacia de Homicídios do Acre.
oriobranco.net

Militares estão com coletes vencidos e sem balas para o combate ao crime organizado no Acre

17h do dia 16/08 – O assaltante Marcio Pires Teles do Nascimento é morto no bairro da Vila Acre, Segundo Distrito da capital, após fazer família refém durante um assalto. Ao empreender fuga e trocar tiros com a polícia, o jovem assaltante de apenas 18 anos foi morto.
morto
Madrugada de 17/08 – Facções criminosas dão ordens de dentro do presídio Francisco de Oliveira Conde (FOC) para onda de incêndios a órgãos ligados à Segurança Pública em represália ao que o crime organizado chama de “morte do irmão”. Na primeira noite de ataques, nove ocorrências foram registradas somente na capital. Em Senador Guiomard, município localizado 23 km de Rio Branco, cinco ônibus escolares e um caminhão pipa foram alvos do maior ataque da facção. Prejuízo foi mais de R$ 1 milhão.
unnamed-17
Noite de 18/08 – Bandidos dão toque de recolher, mesmo com 300 policiais nas ruas, atentados se ampliam para cidades do Juruá. Um ônibus foi incendiado na BR 364. Na capital, quiosque no Parque da Maternidade ficou totalmente destruído pelo fogo. A polícia através de uma força-tarefa iniciou sua reação e prendeu 30 pessoas suspeitas de participar da onda de ataques.
quiosque
Noite de 19/08 – O remanejamento de alguns presos suspeitos de comandarem ataques de dentro da FOC, provoca rebelião. Mais de 50 presidiários são atendidos às pressas no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco.
PEIA_02

As forças militares e a Polícia Judiciária estão preparadas para enfrentar o crime organizado?

joelson
Nas quatro noites de ataques em cinco cidades do estado do Acre o crime organizado demonstrou o que o próprio nome sustenta: organização e planejamento, detalhes que muitas vezes faltam ao estado. Contra organizações que se armam, roubam e matam com disciplina profissional e estrutura empresarial, a Associação dos Militares do Acre (AME) denuncia: “para combater organizações que navegam sobre uma lama submersa, os nossos militares precisam de mais estrutura e inteligência”.

Diante dessa estrutura do crime, o Estado precisou agir em diversas frentes, cabendo, segundo a AME, seguir o velho ditado: manda quem pode, obedece quem tem juízo. “Nossos policiais estão nas ruas atuando com coletes vencidos, falta-lhes tudo, até balas” , acrescentou Joelson Dias, presidente da categoria.

Segundo a AME, ida de militares para os Jogos Olímpicos tem jogo de interesses mútuos

Outra revelação feita pela presidência da AME está relacionada a ida dos militares para atuar na Segurança Nacional dos Jogos Olímpicos que terminaram ontem (22). Joelson afirma a existência de interesses tanto de policiais que ganham pouco e viram uma oportunidade de melhorar seus salários, quanto da instituição, que, segundo Dias, vai pegar alguns materiais e trazer para o estado.
“Essa questão estrutural a gente vem alertando há muito tempo”, acrescentou.
Para a AME, a atitude chancelada pelo governador Sebastião Viana de ceder sua tropa para outros estados, reflete a falta de investimentos no setor. “Nossos coletes nesse momento estão vencidos, nossas viaturas a grande parte estão baixadas, nas operações conjuntas para combater a onda de violência, observe que grande parte dos veículos são cedidos por outras secretarias”, alertou Dias.
O efetivo, segundo a AME tem defasagem de 100%, o que leva naturalmente o desgaste físico com a sobrecarga de trabalho e por outro lado, ausência de militares em pontos críticos. Para Dias, a estratégia de fazer mega operação para combater ações do crime organizado após a morte de “um bandido” é louvável, mas está errada.
“Ora o trabalho de investigação seria de fundamental importância para evitar esse tipo de coisa. Por outro lado, a situação não tem que ser trabalhada somente por uma questão de repressão. A Policia Militar e as forças de segurança pública só trabalham pelas falhas de outras instituições como educação, geração de emprego e renda e da própria família”, comentou.

Sindicato de agentes penitenciários não descarta “jogo” do estado para contratações temporárias e interesses políticos

Outra séria crítica contra os operadores de segurança pública do Acre é ter permitido os ataques à população para tentar contratações temporárias ilegais objetivando um curral eleitoral para fortalecer o seu candidato à prefeitura da capital.
“A impressão que tenho é que o Governo do Acre não quer combater efetivamente a criminalidade, não mostra empenho e tão pouco valoriza os operadores de segurança publica acreanos que ganham uma miséria de salários e enfrentam as piores condições de trabalho possíveis. Quem estiver contra a segurança pública estará contra a sociedade!”, assegura Marques.
Ainda de acordo o sindicato, o Acre teve negada recentemente a transferência de 13 presos para penitenciárias federais e uma decisão formulada por um juiz federal de Mossoró, pediu no prazo de 30 dias, provas em relação a necessidade de transferir esses presos. Marques segue dizendo que a segurança pública não fez o dever de casa e prefere colocar a culpa nos presos que tiveram mudança de endereço penal negada.
“Assim o Estado, rapidamente, vai dar uma resposta para a população. Mas uma resposta rápida, que pode ser enganosa, apenas para todo mundo ir para a TV e dizer que o problema foi resolvido”, concluiu o presidente do sindicato.

Segurança parece ter aderido à propaganda enganosa

Após a morte do cabo PM Alexandro, em uma operação em que esse tipo de arma poderia ter sido utilizada e, talvez, evitado o desfecho trágico da Operação, o secretário de segurança pública, Emylson Farias, entregou na fronteira, armas do tipo Taser para reforçar o policiamento da PM de Brasileia.
O que o secretário Emylson não revelou é que em Rio Branco, segundo a Associação dos Militares do Acre (AME), Armas de Choque Taser compradas pelo governo em 2011, encontram-se paradas na Polícia Militar por falta de carregadores.
Outra tecnologia de ponta adquirida ainda na gestão do ex-governador Binho Marques e que poderia estar nas ruas ajudando no combate à criminalidade em áreas estratégicas como o Canal da Maternidade, o Segway (patinete eletrônico) segundo a AME, sumiram da Caserna.
Na época, foram investidos R$ 200 mil na aquisição de seis equipamentos. “Policiais foram treinados, o governo fez uma grande cerimônia para apresentar os equipamentos, mas na prática, nada saiu do papel e não se sabe onde estão os patinetes”, disse Joelson Dias.
As armas de choque tipo Taser são capazes de mobilizar uma pessoa por cinco segundo, bastante utilizada em operações de abordagens e no combate ao tráfico de drogas. Já as patinetes eletrônicas é um equipamento ideal para patrulhamento em curtas e médias distâncias. Ele é bastante utilizado pela polícia dos EUA e alguns países da Europa. Uma das principais vantagens no uso do Segway é a sua performance ambiental, já que ele utiliza baterias recarregadas com energia elétrica.

O OUTRO LADO:

COMANDANTE
“Todo mundo quer segurança, mas ninguém quer financiar e ela é responsabilidade de todos” respondeu o comandante da Policia Militar do Acre, Cel. Júlio Cesar, que atendeu a nossa reportagem e analisou o que para ele não é segredo nenhum, mas um problema de Brasil, o fato da segurança viver exclusivamente dependente de repasses, a maioria deles vindo do governo federal.

“Estamos procurando convênios com outros órgãos, buscamos um fundo de segurança pública”, acrescentou.
Com relação a saúde financeira da instituição, Cesar informou que os fornecedores, inclusive de combustível estão todos com as contas pagas em dias, assim como as oficinas de pequenos consertos e o banco de horas dos militares.
“A tropa em geral está satisfeita com o trabalho que estamos realizando” disse.
O coronel não aprofundou respostas com relação a falta de estrutura denunciada pela AME. Ele preferiu dizer que a instituição tem interesses políticos. “A AME pensa em eleger um vereador, tem um deputado federal de oposição, então nunca vai falar bem”, retrucou.
Com relação aos coletes, o comandante reconheceu que “apenas os coletes da capital estão vencidos”, mas garantiu que um estudo técnico de eficiência atestou condições de uso. “Os que apresentam rachaduras falhas o policial está devolvendo e a gente substitui. Estamos trabalhando por uma licitação para que a instituição compre e entregue novos coletes ou por um valor que o policial compre o seu próprio colete”, disse o coronel.
Com relação a armamento, Júlio Cesar afirma que as coisas avançaram. Ele afirma que cada policial tem seu próprio armamento e com munição. O tropa vai receber novos veículos semana que vem e que as ações de combate ao crime organizado foram um sucesso.
ac24horas

Menores ateiam fogo em pousada, chamam policiais de “bandidos” e vizinhos ouvem tiros

f6e2b107-94fd-4b47-b085-c052375f2608
Mais um incêndio foi registrado na noite desta segunda-feira (22), em Rio Branco. Menores internos do Centro Socioeducativo Acre, localizado no bairro Apolônio Sales, atearam fogo em colchões e destruíram o alojamento A da unidade.
A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança nega que tenha ocorrido rebelião entre os menores em conflito com a lei, mas diz que os colchões foram queimados porque os infratores exigem mais tempo nos horários de visitas, comidas diferenciadas entre outros pontos.
Os internos foram retirados e colocados em uma quadra de areia nas proximidades da unidade. Os 34 adolescentes serão redistribuídos para outras unidades socioeducativas de Rio Branco e do interior do Estado.
O fogo iniciou por volta das 18horas e os socioeducadores retiraram os adolescentes rapidamente. O Corpo de Bombeiros foi acionado para apagar as chamas. Uma perícia será feita pelo Corpo de Bombeiros e também pela Polícia Técnica.
A assessoria de comunicação da Secretaria de Segurança descartou também qualquer possibilidade de o incêndio ter ligação com os atentados ocorridos na última semana no Acre.
ac24horas

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Ladrões roubam Loja e Farmácia no Centro da Cidade de Feijó

De acordo com informações policiais na noite deste domingo, ladrões arrobaram e entraram na farmacentro e no comercial Valdomiro e levaram dinheiro e as remédios e os mais variados tipos de mercadorias do comercial Valdomiro, ambos localizados no centro da cidade de Feijó. Os ladrões para entrarem nos dois comércios desligaram o alarme e viraram as câmaras para as paredes.  
Por volta das 07H:00 da manhã a guarnição da policia militar foi acionada via 190, por uma das testemunhas dizendo que tinha havido um arrombamento no comercial Valdomiro e na Farmacentro, que solicitava a presença da policia militar. 
Os policiais militares deslocaram-se até os comércios e chegando lá verificaram que no comercial Valdomiro, de propriedade de Valdomiro Doroteu de Sousa,  a porta dos fundos da loja estava violada com sinais de arrombamento feito pelo os ladrões que usaram formão e outras ferramentas para arrebentar a porta e o cofre da loja em busca de dinheiro.   Segundo os os funcionários da loja os ladrões os mais variados tipos de mercadorias e dinheiro. 
Os policias militares deslocaram-se até a farmacentro de propriedade de Roseane Vila Nova Felício Lima, e chegando lá encontraram a porta do basculante do forro violada por os ladrões passaram e entraram na mesma, visto que o comercial Valdomiro e a farmacentro são interligados pelo o forro tendo um espaço que serve de passagem de um prédio para o outro. Os ladrões levaram em dinheiro noventa reais e os mais variados tipos de remédios e cosméticos