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segunda-feira, 2 de março de 2015

Cheia histórica no Acre adia jogo Rio Branco x Vasco, pela Copa do Brasil

Nível do rio Acre, que divide a capital acreana, ultrapassa sua maior marca, do início desta semana, e a partida de quarta-feira é suspensa. Não há nova data para o duelo

Por Rio Branco, AC
O Acre vive mais um ano de cheias históricas dos seus rios – na medição das 8h (do Acre) desta segunda-feira, o rio Acre atingiu 17,79 metros, sua maior marca em todos os tempos. Em Rio Branco, capital do estado, para onde está marcado o duelo entre Rio Branco e Vasco, pela primeira fase da Copa do Brasil, a situação é crítica. A enchente atinge mais de 51 mil pessoas e 24 bairros da cidade, e o jogo que seria disputado nesta quarta-feira, na Arena da Floresta, teve de ser adiado. O Cruz-Maltino já foi comunicado e cancelou a viagem que aconteceria no fim da tarde desta segunda. Ainda não há uma nova data para a partida.
– Todos se mostraram totalmente solidários à causa e entenderam perfeitamente o adiamento da partida. Vivemos um momento muito difícil no Acre, e realizar o jogo seria realmente inviável. A decisão foi tomada por nós, mas todos os envolvidos estão de comum acordo – informou o presidente do Rio Branco, Illimani Suares.
A CBF ainda não se pronunciou oficialmente. Segundo o assessor Luiz Augusto Nunes, a Diretoria de Competições tomará as devidas providências assim que for notificada, mas ele acredita que ainda na tarde desta segunda a entidade deve anunciar uma nova data para a realização da partida.
Ponte Juscelino Kubitschek neste domingo (1º), em Rio Branco (Foto: João Paulo Maia)Ponte Juscelino Kubitschek neste domingo (1º), em Rio Branco; rio acima de 17 metros (Foto: João Paulo Maia)

A Arena da Floresta, local onde será disputado o jogo, fica localizada no Segundo Distrito da cidade, a cerca de 5km do Centro, onde o rio divide os dois distritos. A praça esportiva possui três pontos de acesso: ponte Juscelino Kubitschek, ponte/avenida Amadeo Barbosa e Via Verde. Segundo a Defesa Civil Estadual, o primeiro foi interditado por conta do nível do rio e dos "balseiros", como são chamados na região os pedaços de árvores e outras vegetações arrastados pelas águas do Rio Acre.
O monitoramento é feito diariamente para evitar o acúmulo. Neste domingo, a ponte foi fechada para pedestres e veículos. O caminho pela Avenida Dr. Pereira Passos, uma das opções de saída da Arena, foi tomada pela água e também está inacessível. Em 2014, a ponte Juscelino Kubitschek – ou ponte metálica, como é conhecida – foi interditada por conta da operação da Defesa Civil para retirada dos "balseiros". O procedimento durou cerca de dois dias.

Quatro unidades de saúde e 15 escolas da rede pública municipal encontram-se atingidas pela inundação, comprometendo o atendimento básico de saúde e o ano letivo.

Arena da Floresta, em Rio Branco (Foto: João Paulo Maia)Arena da Floresta, em Rio Branco, palco do jogo entre Estrelão e Vasco na quarta (Foto: João Paulo Maia)

Público

A diretoria do Rio Branco não soube informar a quantidade de ingressos já vendidos para o jogo de quarta. O clube colocou oito mil bilhetes à venda – a capacidade da Arena da Floresta é de 13 mil torcedores sentados, mas houve uma limitação em cumprimento às recomendações da promotora de Justiça de Defesa do Consumidor do Ministério Público do Acre (MP-AC), Alessandra Marques.
Os bilhetes, que custam R$ 45 (meia) e R$ 90 (inteira), estão sendo comercializados antecipadamente desde o dia 23, nos seguintes pontos: rede de Supermercados Araújo e CT José de Melo. O Rio Branco espera vender toda a carga para o jogo.
Famosos em campanha
No fim de semana, vários famosos entraram na campanha "Acre Solidário". O atacante Alan Kardec, do São Paulo, o narrador esportivo Galvão Bueno e vários famosos gravaram vídeos e postaram nas redes sociais para pedir ajuda ao estado. Emocionado com a situação crítica da terra natal, o lutador acreano Francimar Bodão disse não conseguir dormir em entrevista ao GloboEsporte.com.

Torneio Início cancelado

O tradicional Torneio Início, que ocorre sempre uma semana antes do início do Campeonato Acreano, foi cancelado devido às cheias. Clubes como Alto Acre, de Brasileia/Epitaciolândia, e Amax, de Xapuri, tiveram a pré-temporada prejudicada pela enchente em seus respectivos municípios. A estreia das duas equipes, que se enfrentariam na primeira rodada do estadual, foi adiada pela Federação de Futebol do Acre (FFAC). A Amax entra em campo no dia 8 contra o Rio Branco, no Estádio Florestão, e o Alto Acre pega o Atlético-AC no dia 11, na Arena da Floresta.
Na história
Não é a primeira vez que a cheia dos rios atingem as cidades do Acre. Em Rio Branco, por exemplo, as enchentes ocorrem quase anualmente entre os meses de janeiro e abril, período de chuvas na região. A pior delas em volume de água do Rio Acre, que corta a capital, aconteceu em 1997, quando atingiu 17,66 metros. Recentemente, em 2012, o rio marcou 17,64 metros – agora terceira maior marca da história. Na época, a cheia atingiu mais de 100 mil pessoas.

Cheias históricas

Na semana passada, as cheias dos rios acreanos chegaram a atingir quase 40 mil pessoas de cinco cidades (Brasileia, Epitaciolândia, Xapuri, Tarauacá e Rio Branco). Uma das mais críticas foi a de Brasileia, que enfrentou a maior de sua história – o manancial atingiu nível de 15,46 metros no dia 24, desabrigando 2,2 mil.
Xapuri e Rio Branco decretaram situação de emergência, e o município de Brasileia, a 232 km da capital, decretou estado de calamidade pública no início da última semana. O prefeito da capital, Marcus Alexandre, decretou calamidade pública neste domingo.

Presidente Dilma garante mais ajuda ao Acre

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Em audiência com o Vice-presidente do Senado, senador Jorge Viana, a presidente Dilma Rousseff se comprometeu na liberação de mais recursos para o Acre. Ao lado do ministro chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, Dilma entrou em contato com o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, e solicitou que ele retorne ao Acre para tratar com o governador Tião Viana e o prefeito Marcus Alexandre dos detalhes para liberação emergencial dos recursos necessários para este momento de grave dificuldade. São pelo menos R$ 30 milhões para governo e prefeituras.
“Nessa hora devemos nos concentrar no socorro e no acolhimento das vítimas da cheia. O caro será a reconstrução de nossas cidades e, especialmente, da vida das pessoas e de muitas famílias”, declarou Jorge Viana.
A presidente também entrou em contato com a presidente da Caixa Econômica Federal, Miriam Belchior, para garantir mais agilidade na entrega das casas dos programas habitacionais no estado e permitir que centenas de famílias que hoje estão nos abrigos saiam para sua casa própria.
“O governador Tião tem feito o possível e o impossível para ajudar. O prefeito Marcus Alexandre, com uma enorme equipe, com muitos voluntários, tenta vencer as dificuldades em Rio Branco. E a presidente Dilma me recebeu e pediu que eu transmitisse a todos do Acre o seu incondicional apoio e solidariedade nessa hora de sofrimento”, declarou o parlamentar que também agradeceu a mobilização de todos que estão ajudando nas campanhas: artistas, voluntários, servidores. “O Acre já venceu muitos desafios. E vencerá mais esse, com a nossa união e trabalho”.
http://www.ac24horas.com/2015/03/02/presidente-dilma-garante-mais-ajuda-ao-acre/

Rio Acre alcança marca histórica 18,01 metros e supera cheia de 1997

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Maior cheia da história muda rotina da Capital
Às 11 horas da manhã, técnicos da Defesa Civil registraram 18,01 metros, de acordo com a Agência Nacional de Águas . É a maior cheia do Rio Acre. Superou a de 1997 quando o rio alcançou a marca de 17,66 metros. Já são cinco os locais que a Prefeitura de Rio Branco e o Governo do Acre acolhem as mais de 5 mil famílias desalojadas.
A situação muda completamente a rotina da Capital: as pontes do Centro estão interditadas, a principal rua do bairro Sobral (onde nunca chegou água) está alagada. O município de Rio Branco está sendo administrado, desde ontem sob o Estado de Calamidade Pública.
Governo do Acre e Prefeitura de Rio Branco decretaram ponto facultativo para os servidores públicos, usando como argumento a diminuição do fluxo de pessoas e veículos na região central da cidade.
http://www.agazeta.net/cotidiano/8180-rio-acre-registra-17-79-metros

Novas regras do seguro-desemprego estão valendo a partir hoje

A partir desta segunda-feira (2), os trabalhadores que pedirem o seguro-desemprego já estarão enquadrados nas novas regras, que começaram a valer no último sábado (28).
“A vigência da Medida Provisória [que estabelece as novas regras] começará 60 dias a partir da data da publicação. Sendo assim, as novas regras incidirão nos trabalhadores demitidos a partir do dia 28 de fevereiro de 2015″, diz o
Ministério do Trabalho.

Confira o que mudará com as medidas provisórias:
Seguro-desemprego
– Antes era necessário trabalhar pelo menos seis meses para poder requisitar o benefício
– Agora esse tempo passou a ser de 18 meses na primeira vez em que é feito o pedido e 12 meses na segunda. Na terceira, o período permanece em seis meses
Abono salarial
– O beneficiado passa a ter de trabalhar seis meses sem parar no ano. Até agora, era preciso apenas um mês de trabalho no ano
– O valor do benefício passa a ser proporcional ao tempo de trabalho, como no 13º, e não mais um salário mínimo integral
Auxílio doença
– O valor passa a ser uma média das últimas 12 contribuições. Antes era 91% do salário do segurado, limitado ao teto do INSS
– As empresas passam a ter de pagar o custo de 30 dias de salário antes do INSS assumir a responsabilidade pelo valor. Até agora, esse prazo era de 15 dias
Pensão por morte
– Antes todas as pensões eram vitalícias, mas agora viúvos e viúvas com menos de 44 anos receberão por período determinado
– O segurado do INSS precisa ter contribuído 24 meses para que seus dependentes tenham direito à pensão. Antes, não havia número mínimo
– O benefício deixa de ser pago depois que o dependente completar 21 anos. Até agora, ele era repassado à viúva ou ao viúvo
– Será pago metade do valor da aposentadoria, mais 10% para cada dependente até atingir o valor integral. Ninguém receberá menos do que 60%, já que o cônjuge é considerado um dependente. Valor não pode ser menor ao salário mínimo. Antes era 100%

Mais de 18 mil residências e 70 mil pessoas já foram atingidas pela cheia na capital

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O rio Acre alcançou os 17,83 metros às 11h desta segunda-feira e vai continuar subindo nas próximas horas. Em Rio Branco, por causa da atual cheia que já é a maior da história, 18 mil residências e 70 mil pessoas em mais de 40 bairros foram afetados. As duas pontes centrais, a JK e a Coronel Sebastião Dantas, estão interditadas, as aulas nas escolas públicas foram suspensas e nas repartições públicas não há expediente, o que deve durar pelos próximos dias.

A cheia mudou a rotina do riobranquense, que se assusta a cada medição do manancial. Na manhã desta segunda-feira, o governador Sebastião Viana e o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre Viana, concederam coletiva para falar sobre as providências que estão sendo tomadas pelo poder público para amenizar o sofrimento do alagados.
Antes de falar sobre o momento vivido em Rio Branco, Sebastião Viana disse que em Brasiléia o cenário do pós cheia é semelhante a uma “guerra mundial” e a afirmou a necessidade da construção de “uma nova Brasiléia”.
“A situação em Brasiléia é de cenário de guerra. Parece uma terra arrasada, parece que uma guerra mundial passou ali. Brasiléia todas as lojas da beira do rio tem 99% de serem demolidas porque não se sustentarão. É uma situação muito delicada. Há necessidade da construção de uma nova Brasiléia, do remanejamento de habitações, de mudança da cidade. Em Xapuri também há necessidade de algumas readequações”
Viana também disse que ligou hoje pela manhã para o ministro da Integração, Gilberto Occhi, que esteve no Acre na semana passada, e conversou com ele sobre a necessidade da construção de mais 2 mil casas no Alto Acre e em Tarauacá, outra cidade devastada pelas enchentes.
A priori, o governo federal assegurou o envio de 17 mil kits humanitários, com colchões medicamentos e material de limpeza para as famílias.
“Tratei com o ministro sobre as duas mil casas para o Alto Acre e para Tarauacá, que vai ajudar a dirimir também problemas futuros. Liguei hoje para o ministro da Integração. Em Rio Branco a situação é preocupante. Já foi decretado estado de calamidade e eu também queria fazer uma apelo sobre a energia. As pessoas não podem colocar uma questão individual colocando em riscos inúmeras famílias. Faço esse apelo”, pediu.


O prefeito de Rio Branco, Marcus Viana, que permanece visitando as áreas inundadas pelo rio Acre, informou que mais de 500 pessoas entre voluntários e servidores públicos trabalham na ajuda humanitária às famílias. O trabalho é feito com o suporte material de mais de 120 veículos. Para amparar as famílias, a prefeitura disponibilizou cinco abrigos espalhados pela capital.
http://www.ac24horas.com/2015/03/02/mais-de-18-mil-residencias-e-70-mil-pessoas-ja-foram-atingidas-pela-cheia-na-capital/

Governo e Prefeitura decretam ponto facultativo

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Objetivo é diminuir fluxo de pessoas e veículos
O governador do Acre, Tião Viana, e o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, decretaram ponto facultativo para o funcionalismo público na segunda e terça-feira. O objetivo é diminuir o fluxo de carros e de pessoas nas regiões afetadas pela cheia do Rio Acre.
A nota oficial foi divulgada na noite deste domingo (1). “O decreto pode ser prorrogado”, diz a nota. A avaliação para prorrogação será feita pontualmente. “Pedimos que as pessoas que não estejam no trabalho voluntário evitem sair de suas casas para áreas centrais da cidade, haja vista, que a mobilidade urbana está extremamente prejudicada na Capital”.
Rio Branco está sob o decreto de Calamidade Pública assinado pelo prefeito na tarde deste domingo. Já são 38 bairros atingidos pelas águas do Rio Acre, assim como 28 comunidades rurais. O cálculo da prefeitura é que 50,1 mil pessoas tenham sido atingidas pela cheia.
Mais de 5 mil pessoas estão abrigadas em alojamentos públicos. Às 18 horas, última medição feita pela Defesa Civil, o Rio Acre media 17,58 metros. A cota de transbordamento é de 14 metros. A maior cheia da história na Capital foi registrada em 1997, quando o rio alcançou 17,66 metros.
http://www.agazeta.net/cotidiano/8179-governo-e-prefeitura-decretam-ponto-facultativo

Atual cheia do rio Acre já iguala a segunda maior marca da história

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A cheia do rio Acre em Rio Branco já é histórica. Na capital acreana, o rio alcançou às 22h deste domingo os 17,64 metros e igualou a marca histórica de 2012, ano da segunda maior alagação da história da capital acreana. A maior foi registrada em 1997. Naquele ano, o manancial atingiu os 17,67 metros. Porém, a previsão é de que o rio continue subindo e 2015 deve ser o ano da pior enchente do manancial em Rio Branco, como já antecipara ac24horas.
Na manhã deste domingo, depois que o rio ultrapassou os 17 metros, o prefeito Marcus Viana decretou estado de calamidade pública na capital do Acre. A situação se agravou de tal forma que a prefeitura construiu outros dois abrigos, um no Sest/Senat e outro Sesc do Bosque. No primeiro abrigo, no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco, a capacidade de lotação esgotou.
Outra medida extrema foi a interdição da ponte metálica. Ainda por causa da cheia, o governo do Estado e a prefeitura decretaram ponto facultativo por dois dias nas repartições públicas da capital. Na Assembleia Legislativa, a Mesa Diretora da Casa resolveu suspender o expediente desta segunda-feira, 02.
A água subiu tanto que locais históricos e bastante frequentados como o Calçadão da Gameleira e o Cine Teatro Recreio foram afetados.
25 bairros da capital estão debaixo d’água. Os mais afetados são: Airton Sena, Adalberto Aragão, Areal, Baixada Habitasa, Cadeia Velha, Seis de Agosto, Palheiral, São Francisco, Sobral, Taquari, Triângulo, Santa Terezinha, Quinze, Sapolândia, Barro Vermelho, Boa União, Comara, e Tropical.
Prejuízos na produção passam de um milhão
Os prejuízos na produção rural por causa da enchente passam de um milhão de reais. Os dados são da Secretaria Municipal de Agricultura. Porém os números aumentam à medida em que as águas do rio vão subindo e afetado mais plantações.
Ao todo, 67 famílias produtoras rurais moradoras às margens do rio Acre foram atingidas. Algumas delas estão desabrigadas por causa da cheia. Propriedades considerados de grande e média produção dos projetos de assentamento Catuaba, Liberdade, Colibri e Belo Jardim são as que mais sofrem com a enchente.
O rio já alagou, pelo menos, 39 hectares de mandioca e 38 de banana. A perda é sentida nas feiras comunitárias dos bairros. No meio da água, os produtores tentam salvar suas plantações para que o prejuízo seja amenizado
http://www.ac24horas.com/2015/03/01/atual-cheia-do-rio-acre-ja-iguala-a-segunda-maior-marca-da-historia/

Rio Acre atinge calçadão da Gameleira e espaço é interditado

Rio está a 22 centímetros da cota histórica de 1997, 17,66 metros.
Bairros mais atingidos são: 6 de Agosto, Taquari e Baixada do Habitasa. 

Janine BrasilDo G1 AC
Calçadão da Gameleira está tomado pelas águas do Rio Acre. (Foto: Rose Farias/Secom)Calçadão da Gameleira está tomado pelas águas do Rio Acre. (Foto: Rose Farias/Secom)
O calçadão da Gameleira, um dos pontos turísticos mais frequentados por acreanos e turistas quando visitam Rio Branco, foi interditado na noite deste sábado (28). O Rio Acre não para de subir e já apresenta a cota de 17,44 metros, segundo medição das 9h, realizada pela Defesa Civil. Rio está a 22 centímetros da cota histórica de 1997, 17,66 metros. A Prefeitura de Rio Branco informou que o prefeito pretende decretar estado de calamidade ainda neste domingo (1). Os bairros mais atingidos pela cheia na capital são: Taquari, Baixada da Habitasa e Seis de Agosto.
Segundo o órgão, a interdição é uma medida de segurança para os frequentadores e moradores do local que foram atingidos. A energia também foi interrompida pela Eletrobras Distribuição Acre.
O abrigo público construído no Parque de Exposições Marechal Castelo Branco já atingiu a cota máxima de pessoas e abriga 1395 famílias, um total de 4933 pessoas. O governo do Acre e a Prefeitura de Rio Branco construíram, ainda no sábado, mais um abrigo público, localizado no Serviço Social do Transporte e Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (Sest Senat)  com capacidade para 300 famílias. Até as 9h deste domingo, o local abriga 66 famílias, um total de 229 pessoas.
Alerta
O prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, pede a compreensão das pessoas em relação ao desligamento de energia. "O desligamento de energia se faz necessário para garantir a segurança de todas as pessoas que estão em locais atingidos pela cheia do Rio Acre", alertou.

Campanha
O governo do Acre iniciou no dia 23 a campanha para arrecadar doações para a população dos municípios atingidos pela recentes enchentes dos rios acreanos. A ação faz parte do movimento "Acre Solidário", encabeçado pela primeira dama do estado, Marlúcia Cândida. O foco da campanha é arrecadar alimentos não perecíveis, com destaque para o leite em pó e massa para mingau, além de outros itens, como fraldas descartáveis, roupas e calçados.