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quinta-feira, 2 de julho de 2015

Padre fitness: no Acre, sacerdote se divide entre a igreja e a musculação

Macoy Soares, natural de Feijó, Ac, exerce o sacerdócio há cinco anos, pratica as atividades físicas há quatro. Ele vê a opção como diferencial para cuidar da saúde, do corpo e da mente

Por Rio Branco, AC
Macoy Soares, de 32 anos, natural de Feijó, Ac pratica musculação há quatro anos. Antes não era admirador da atividade, mas ao receber um convite para praticar em uma academia da cidade, acabou tomando gosto pela modalidade. O inusitado é que há cinco anos ele foi ordenado padre pela Diocese de Rio Branco. Com uma rotina bem programada, não abre mão do que mais gosta de fazer: servir à comunidade, à igreja católica e cuidar bem da saúde e do corpo.
Padre Macoy Soares é padre há cinco anos e pratica musculação há quatro (Foto: Arquivo Pessoal/Murilo Lima)Macoy Soares é padre há cinco anos e pratica musculação há quatro (Foto: Arquivo Pessoal/Murilo Lima)
- Sempre pratiquei esporte. Antes não gostava de malhar, mas recebi um presente, que foi ficar três meses fazendo musculação de graça, em uma academia. Comecei a me interessar e não parei mais - afirma.
Antes da musculação, o padre fazia poucas atividades como corrida e futebol, mas encontrou na academia algo diferente. Ele praticava a atividade física de segunda a sexta, mas por atender a duas paróquias, na Vila Extrema e Nova Califórnia, no interior de Rondônia, atualmente vai àacademia entre três e quatro vezes por semana.
- Para tudo existe um tempo. As pessoas, às vezes, comentam: "eu não tenho tempo". Tem sim, principalmente, para cuidar da saúde e do corpo. Sempre tiro entre uma hora e uma hora e meia, seja de manhã, à tarde ou à noite. Quando encontro um tempinho, sempre dá para conciliar - comenta Macoy.
Padre Macoy sendo orientado pela personal trainer Cliciane de Lima (Foto: Murilo Lima)Padre Macoy sendo orientado pela educadora física Cliciane de Lima (Foto: Murilo Lima)
O sacerdote estimula pessoas de seu convívio, na igreja, a praticar exercícios físicos, mas lembra que existe o outro lado, das críticas. Ele garante que respeita e está preparado para recebê-las.
- Da academia, existem pessoas que passaram a ir para a igreja, pessoas que ajudo, que se confessam comigo, que já casei, mas existem as críticas, são naturais e respeito a todos. Por ter escolhido o que escolhi fazer, tenho que estar preparado para as críticas, mas isso não vai me fazer desistir do que almejo, especialmente, quanto aos exercícios físicos - declara.
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O eclesiástico já vê a diferença, após quatro anos fazendo musculação, tanto no condicionamento físico quanto na saúde e na rotina que leva no sacerdócio.
- Estou melhor que antes. Era muito magro e hoje tenho esse porte físico por questões genéticas também. Por outro lado não é só o físico, a mente tem melhorado muito, questão do sono, que influi em como saber atender e entender as pessoas no seu dia a dia. Percebo que tem me ajudado muito, porque não me tornei padre para conquistar os que estão dentro da igreja, mas os que estão fora, essa é uma necessidade - concluiu.

Vítimas de desastres naturais poderão receber ‘Bolsa Enchente’

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Gladson Cameli é relator da proposta
A Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR) aprovou nesta quarta-feira (1º) a criação de um novo auxílio, apelidado de “Bolsa Enchente”. O projeto (PLS 102/2015) estabelece que famílias vitimadas por desastres naturais receberão auxílio financeiro diretamente da União por meio do Cartão de Pagamento de Defesa Civil a fim de que possam comprar cestas básicas, medicamentos e produtos de higiene e limpeza durante os períodos de calamidade pública. A proposta segue para decisão final da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
O Cartão de Pagamento de Defesa Civil (CPDC) já existe. Ele foi criado em 2011 para garantir agilidade no repasse de recursos do governo federal para as regiões em situação de emergência. Atualmente, o cartão é concedido exclusivamente aos governos estaduais e municipais, para ações de prevenção e respostas a desastres naturais.
A dinâmica hoje é a seguinte: os estados e os municípios nomeiam um responsável pela administração do dinheiro liberado pelo Ministério da Integração Nacional. Esse responsável pela conta indica um ou mais portadores do cartão, que devem ser servidores públicos ou ocupar cargo de secretário estadual ou municipal, para efetuar os pagamentos. O uso é exclusivo para a aquisição de material e a contratação de serviços destinados a ações de defesa civil.
Com a ampliação do uso do cartão, o autor do projeto, o senador Sérgio Petecão (PSD-AC), quer garantir que as famílias possam reestruturar-se materialmente dos danos sofridos. Ele observou que, todos os anos, centenas de brasileiros ficam desabrigados ou precisam reconstruir seus lares em decorrência de alagamentos, enchentes e deslizamentos.
“O governo chega às vezes com colchões, mas aquelas pessoas não estão precisando de colchões, mas de água potável. Às vezes, o governo chega com caixa d´água, mas as pessoas estão precisando de remédios. As pessoas atingidas é que sabem o que estão precisando”, disse o senador.
Para o relator da proposta, senador Gladson Cameli (PP-AC), o uso do cartão diretamente por desabrigados e desalojados poderá beneficiar a economia dos municípios atingidos, “uma vez que os recursos distribuídos serão direcionados para o comércio e a rede de serviços locais”.
Ainda segundo o relator, as garantias de transparência e de controle social permanecerão, pois o uso do cartão de pagamento não dispensará o órgão ou entidade do estado, do Distrito Federal ou do município de fazer prestação de contas do total de recursos recebidos.
Regulamentação
O projeto evidencia que as despesas com a execução das ações do cartão estarão de acordo com as dotações anuais do Orçamento da União. Especifica ainda que a regulamentação do CPDC ficará a cargo do Poder Executivo, cabendo-lhe identificar as famílias beneficiárias, o valor e a duração do benefício.
http://agazeta.net/politica/9485-vitimas-de-desastres-naturais-poderao-receber-bolsa-enchente

Produtores acreanos já podem acessar crédito; 60 mi para agricultura familiar

Os produtores rurais acreanos já podem apresentar seu pedido de financiamento de crédito para acesso os recursos do Plano Safra 2015, criado pelo governo federal, com o objetivo de incentivar a agricultura em todo o país. O lançamento do programa ocorreu ontem, 01 de junho, na sede da Federação da Agricultura do Acre e contou com representantes do governo do estado, produtores rurais e entidades ligadas ao setor rural.
Só para a agricultura familiar
​, ​o Acre conta com cerca de 60 milhões de reais. Em todo o país, a agricultura familiar, por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), contará com recursos na ordem de 28 bilhões de reais para investimentos voltados aos produtores. O anúncio foi feito durante uma vídeo conferência realizada em todos os estados do país pelo Banco do Brasil, que é a principal instituição financeira do Brasil quando se fala em apoio à produção agrícola.

http://www.ac24horas.com/2015/07/02/produtores-acreanos-ja-podem-acessar-credito-60-mi-para-agricultura-familiar/?doing_wp_cron=1435863583.3944458961486816406250

Acreana é presa transportando 25 quilos de maconha no MS

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A vendedora Monalisa Rodrigues da Silva, 22 anos, percorreu mais de 2,6 quilômetros até Mato Grosso do Sul para pegar droga e transportá-la até o Acre, sua cidade de origem, mas acabou presa nesta quarta-feira (1) em Caarapó, cidade localizada a 283 quilômetros de Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul.

Segundo informações repassadas pelo Departamento de Operações de Fronteira da Polícia Civil, a droga foi encontrada durante vistorias de rotina na rodoviária de Caarapó. A droga estava acondicionada em uma mala contendo aproximadamente 25 quilos de maconha. A jovem acabou confessando que era a proprietária da mala.
Ela contou que foi contratada para pegar a droga em Ponta Porã, onde iria de ônibus até Campo Grande, assim conseguiria uma carona até o Acre. Ela não revelou o valor que receberia pelo transporte e quem teria pago pelo serviço.
http://www.ac24horas.com/2015/07/02/acreana-e-presa-no-ms-transportando-25-quilos-de-maconha/

Governaor Tião Viana e o Secretário Executivo do DNIT Vistoriam BR-364 nessa sexta-feira, 03

Acompanhado do Secretário Executivo do Ministério dos Transportes, Edson Giroto, e de técnicos do Dnit, o governador Sebastião Viana vistoria nesta sexta-feira, 03, a BR-364, de Cruzeiro do Sul a Rio Branco.
Alvo de denúncias e reclamações, a rodovia que custou mais de R$ 1,5 bilhão aos cofres públicos nos últimos anos está praticamente intrafegável. Há meses, motoristas de ônibus e caminhoneiros reclamam das condições da rodovia. Os prejuízos são enormes para a empresas de ônibus.
O Dnit prometeu começar a recuperação da BR-364 no mês passado, porém até o momento não começou os serviços. A comitiva sai às 9h do aeroporto de Cruzeiro do Sul em direção à BR.

http://www.ac24horas.com/2015/07/02/br-364-de-cruzeiro-do-sul-a-rio-branco-sera-vistoriada-nesta-sexta/

Câmara aprova em 1º turno nova proposta para reduzir maioridade

Aprovação ocorreu um dia após PEC semelhante ser derrubada na Casa.
Idade penal reduz para 16 anos em homicídio, lesão grave e crime hediondo.

Nathalia PassarinhoDo G1, em Brasília

Após polêmica sobre a validade da votação e com as galerias do plenário vazias, a Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta quinta-feira (2) proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz de 18 para 16 anos a maioridade penal para crimes hediondos, homicídio doloso, e lesão corporal seguida de morte. O texto ainda precisa ser votado em segundo turno antes de seguir para o Senado.
A aprovação se deu com 323 votos favoráveis, 155 contrários e 2 abstenções. Eram necessários ao menos 308 votos a favor para a matéria seguir tramitando. De acordo com o presidente da Câmara,Eduardo Cunha (PMDB-RJ), a votação em segundo turno deverá ocorrer após o recesso parlamentar de julho, já que é preciso cumprir prazo de cinco sessões antes da próxima votação.
Pelo texto, os jovens de 16 e 17 anos terão que cumprir a pena em estabelecimento penal separado dos menores de 16 e maiores de 18. Ao final da votação, deputados seguraram cartazes na tribuna em defesa da proposta e comemoraram com gritos em plenário (veja vídeo acima).
A aprovação da proposta ocorre depois de aCasa derrubar, na madrugada de quarta-feira, texto semelhante, que estabelecia a redução casos de crimes cometidos com violência ou grave ameaça, crimes hediondos (como estupro), homicídio doloso, lesão corporal grave ou lesão corporal seguida de morte, tráfico de drogas e roubo qualificado.
Após a rejeição na noite anterior, Cunha afirmou que a Casa ainda teria que votar o texto principal, mas ressaltou que isso só ocorreria após o recesso parlamentar de julho. No entanto, após reunião com parlamentares favoráveis à redução da maioridade penal, ele decidiu retomar a análise do tema nesta quarta (1º) para apreciar um texto parecido com a proposta rejeitada.

Jovens da União Nacional dos Estudantes (UNE) e da União Nacional dos Estudantes Secundaristas (UNBES) não esperavam a retomada da votação e, por isso, não conseguiram fazer protestos como os mobilizados na noite anterior.

Cunha também não permitiu a entrada dos poucos estudantes que foram à Câmara para defender a derrubada da proposta, alegando que os manifestantes fizeram tumulto na noite anterior. A decisão do presidente da Câmara de votar um texto semelhante ao derrotado de madrugada também gerou bate-boca e questionamentos por parte de deputados contrários ao texto, mas o peemedebista conseguiu prosseguir com a votação.

Durante a sessão, deputados do PT, do PSOL e do PCdoB defenderam a derrubada da PEC. O governo defende alterar o Estatuto da Criança e do Adolescente e ampliar o tempo máximo de internação de 3 para 8 anos.
“Todos nós queremos resolver a questão da violência, da criminalidade, queremos evitar que crimes bárbaros terminem. Mas precisamos, de forma madura e responsável, encontrar qual a alternativa real para resolver o problema. E a alternativa real é alterarmos o Estatuto da Criança e do Adolescente. Os efeitos colaterais dessa redução da maioridade penal são maiores que os alegados benefícios”, disse o deputado Henrique Fontana (PT-RS).
O líder do governo, deputado José Guimarães (PT-CE), também discursou contra a proposta. “Não queremos jovem infrator na rua, mas queremos lugares decentes para que eles sejam punidos. Mas não dá para misturar os jovens com bandidos de alta periculosidade. O que está em jogo é o futuro dessas gerações. É um retrocesso se aprovarmos essas emendas”, afirmou.
Já parlamentares favoráveis à redução da maioridade penal argumentaram que a PEC não soluciona o problema da violência, mas reduz o sentimento de “impunidade”. "Nós sabemos que a redução da maioridade penal não é a solução, mas ela vai pelo menos impor limites. Não podemos permitir que pessoas de bem, que pagam impostos, sejam vítimas desses marginais disfarçados de menores", discursou o líder do PSC, André Moura (SE).
O líder do PMDB, Leonardo Picciani (RJ), um dos articuladores da votação nesta quarta, também defendeu a redução da maioridade penal. "O PMDB afrma a sua posição de maioria pela redução da maioridade penal, nos crimes especificados. Achamos que a proposta é equilibrada, ela é restrita", disse. “A sociedade não aceita mais a impunidade e não deseja mais sentir o medo, o pavor e o receio que vem sentido no dia a dia.”

Emenda apresentada na quarta
A proposta derrubada nesta quarta é produto de uma emenda aglutinativa – texto produzido a partir de trechos de propostas de emenda à Constituição apensadas ao texto que está na pauta do plenário.

Essa emenda foi elaborada pela manhã por deputados do PSDB, PHS, PSD e PSC, e protocolada na Secretaria-Geral da Mesa. No plenário, deputados do PT, do PDT e do PCdoB alegaram que a elaboração de uma proposta com teor muito semelhante ao texto derrubado contraria o regimento. Argumentaram ainda que, para ser votada, a emenda teria que ter sido elaborada e apensada antes da votação ocorrida durante a madrugada.
Cunha rebateu os argumentos citando o artigo 191, inciso V, do regimento interno da Câmara. Conforme esse trecho, na hipótese de rejeição do substitutivo (texto apresentado pelo relator da proposta, como é o caso), “a proposição inicial será votada por último, depois das emendas que lhe tenham sido apresentadas”.

Segundo o peemedebista, como o texto original ainda não havia sido votado, é permitida a apresentação de novas emendas aglutinativas com base nas propostas apensadas a essa redação.

Os parlamentares continuaram a protestar e Cunha chegou a bater boca com eles. “Quando o senhor é chamado de autoritário, o senhor se chateia”, protestou o deputado Glauber Braga (PSB-RJ). Cunha rebateu: “Ninguém vai vencer aqui no berro”.
“Não imagine que o senhor vai nos escravizar, porque não vai. Não imagine que todos os parlamentares vão abaixar a cabeça”, emendou Braga. O deputado Weverton Rocha (PDT-MA) acusou Cunha de “aplicar um golpe”. A deputada Erika Kokay (PT-DF) chamou o presidente da Câmara de Luiz XIV, em referência ao rei francês absolutista, e disse que ele tentava sobrepor a sua vontade a dos parlamentares.
José Guimarães (PT-CE), fez um apelo para que a votação fosse suspensa e a Câmara discutisse como alternativa um projeto de lei que tramita no Senado ampliando de 3 para 10 anos o período máximo de internação de jovens infratores.
Segundo ele, “uma discussão tão importante como essa” não poderia ser tratada “com tamanho radicalismo”. Guimarães argumentou ainda que a aprovação da emenda poderia trazer “sequelas”.
“Reverter [a posição] de ontem para hoje é o melhor caminho? Claro que não, porque pode deixar sequelas”, disse sobre o impacto da redução. No entanto, Cunha não cedeu e continuou a sessão. Os parlamentares contrários à redução da maioridade decidiram, então, obstruir a sessão, utilizando-se de manobras previstas no regimento para postergar ao máximo a votação.

Julho promete ser o mês mais frio do inverno acreano, diz Friale

Segundo o pesquisador e guro meteorológico, Davi Friale, o mês de julho promete ser o mês com a menor média de temperatura no Acre. De acordo com dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) a temperatura média das mínimas é de 18,5ºC, em Rio Branco, para o mês de julho, sendo que já foram registrada a minima histórica de 6,4ºC, no dia 13 de julho de 1984.
Segundo análise do pesquisador, o mês de julho deverá registrar temperaturas abaixo da média, principalmente, nas regiões de Rio Branco e Brasileia.
Nesta primeira semana do mês, uma onda moderada de frio atingirá o estado, provocando chuvas na maioria dos municípios. Antes do dia 15, outra onda de frio, mais intenso, deverá despencar a temperatura no leste e no sudeste acreano. Na sequência, uma intensa massa de ar polar, muito seca, deixará os dias bastante secos e ensolarados com as noites frias.
Na segunda quinzena é esperada mais uma massa de ar frio provocando queda acentuada da temperatura.. Acompanhe nossas atualizações, pois todas as confirmações do tempo, na medida do possível, serão pro nós informadas com bastante antecedência.

http://www.ac24horas.com/2015/07/01/julho-promete-ser-o-mes-mais-frio-do-inverno-acreano-diz-friale/?doing_wp_cron=1435835540.5723309516906738281250

Salário de professores brasileiros está entre os piores do mundo

EDUCAÇÃO



Dados da OCDE (Organização para a Cooperação Desenvolvimento Econômico) mostram que os salários dos professores brasileiros são extremamente baixos quando comparados a países desenvolvidos. 
Os valores fazem parte do estudo Education at a Glance que mapeia dados sobre a educação nos 34 países membros da organização e 10 parceiros, incluindo o Brasil.
De acordo com o estudo, um professor em início de carreira que dá aula para o ensino fundamental em instituições públicas recebe, em média, 10.375 dólares por ano no Brasil. Em Luxemburgo, o país com o maior salário para docentes, ele recebe 66.085 dólares. Entre os países membros da OCDE, a média salarial do professor é de 29.411 dólares. Quase três vezes mais que o salário brasileiro.
Até mesmo em países da América Latina como Chile e México, os professores recebem um salário consideravelmente maior que o brasileiro, 17.770 e 15.556 dólares respectivamente. Entre os países mapeados pela pesquisa, o Brasil só fica à frente da Indonésia, onde os professores recebem cerca de 1.560 dólares por ano. Os valores são de 2012, com dólares ajustados pela paridade do poder de compra (PPC).
Por fim, levando em conta estas e outras informações, o estudo classifica o sistema educacional brasileiro como o menos eficiente dentre os países analisados. Ou seja, quando comparamos o Brasil com países que também investem pouco em educação, mesmo assim temos resultados baixos nos testes. E muito menos eficiente, pois ficamos com 25% de eficiência enquanto o penúltimo colocado, a Indonésia, teve 51%, seguido da Suíça com 60% (pois é o país que melhor paga o professor).
Com informações de Veja